Com 16 confirmados em Santa Rita, casos dengue já somam o dobro do ano anterior


Estamos há pouco mais da metade do ano, e Santa Rita do Passa Quatro já registra o dobro de casos de dengue em comparação 2017. De acordo com os números do Departamento Municipal de Saúde, de janeiro a julho de 2018, são 16 casos positivos da doença, contra oito registrados durante os 12 meses de 2017. Entretanto, ainda está longe dos 90 casos de 2016, o maior índice dos três últimos anos.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica, mesmo nas baixas temperaturas, a população deve ser prevenir, evitando água parada e proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A equipe de Controle de Vetores está nas ruas com trabalho de orientação, combate e prevenção, com o chamado bloqueio ativo e, em alguns casos até nebulização. O alto Índice de Breteau (IB) registrado na cidade ainda é preocupante. O IB define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento encontrados nas casas, pela quantidade de total vistoriadas.

Qualquer recipiente que possa acumular água pode ser um possível criadouro do mosquito Aedes aegypti. É importante que alguns cuidados sejam tomados, como: lavar bebedouros de animais; não ter pratinhos em vasos de plantas; eliminar qualquer tipo de recipiente que acumule água.

CORREGOS Equipes dos departamentos de Saúde, Meio Ambiente e Serviços Municipais, da Prefeitura, estão promovendo ações de limpeza em córregos e combate e prevenção ao Aedes aegypti. No último dia 4/8, o trabalho aconteceu no córrego do Quatis, de onde foi recolhido um caminhão de possíveis criadouros como: pneus, plásticos, latas, tanques,tambores, lona e etc. Sendo que desses, 3 locais com larvas.

No próximo dia 25/8, sábado, o trabalho se repete no córrego Corumbataí, na Avenida Augusto Zorzi, (atrás da Santa Casa), de onde irão recolher lixo e materiais depositados irregularmente, aplicar inseticida em toda sua extensão, além de realizar a conscientização dos moradores das proximidades. A equipe de controle de vetores alerta que os criadouros do mosquito não são formados no córrego, mas sim no lixo que é acumulado nas suas margens.