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Atenção: Mais de 116 mil pessoas caíram no golpe do saldo do PIS via WhatsApp


Mais de 116 mil pessoas já foram vítimas de um novo golpe pelo WhatsApp em menos de 24h e estão com seus dados pessoais comprometidos, como lista de contatos do celular e, em alguns casos, número de documentos que estejam salvos em e-mail instalado no smartphone. O chamariz usado pelos golpistas dessa vez são as cotas do PIS que o governo liberou para todos os trabalhadores no último dia 13, alerta a especialista em segurança cibernética e fabricante brasileira de antivírus PSafe.

E o golpe, que instala software malicioso que rouba da- dos no celular (malware), está ganhando escala rapidamente devido aos compartilhamentos indiscriminados pelo WhatsApp, destaca a companhia. Estima-se que no Brasil, o aplicativo de mensagens seja utilizado por mais de 100 milhões de pessoas, o que pode ser um prato cheio para indivíduos mal-intencionados.

De acordo com a empresa, os criminosos virtuais, ou hackers, enviam dois links maliciosos para os celulares das vítimas oferecendo a "possibilidade de consultar o saldo da cota do PIS a ser recebido". Além do compartilhamento via WhatsApp, o uso de notificações compartilhadas para uma base de usuários criada a partir de vários golpes anteriores possibilita ao criminoso virtual atingir um volume muito grande de usuários. Baseado no número de acessos, a empresa estima que essa base de vítimas que deu permissão ao envio de links diretos seja de cerca de mais de 100 mil usuários.

Cuidado com links falsos Ao clicar em um dos links ou na notificação recebida, a pessoa acessa uma página na qual há um texto em que a Caixa Econômica estaria liberando "PIS para quem trabalhou entre 2005 e 2018 no valor de R$ 1.223,20". Logo abaixo, o usuário é incentivado a responderàs perguntas: "Você trabalhou com carteira assinada entre2005 e 2018?", "Você está registrado atualmente?", "Possui cartão cidadão para realizar o saque do benefício?".

Mas tudo não passa de um passo a passo para instalar o malware no aparelho celular. Procurada, a Caixa Econômica Federal, que administra os recursos do PIS, informou que não oferece esse tipo de serviço.

Fonte: odia.ig.com.br