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Alto índice de larvas do Aedes aegypti deixa Santa Rita do Passa Quatro em alerta


Santa Rita do Passa Quatro (SP) está em alerta por conta do surto de larvas do mosquito Aedes aegypti. Um levantamento feito pela Vigilância Epidemiológica mostrou que de cada dez casas visitadas na cidade, mais da metade apresentaram os vermes.

O Índice de Breteau, que mede a quantidade de larvas encontradas nas casas, é o maior entre as cidades da região com 5,8. Porto Ferreira (SP) está em segundo com 2,9, Rio Claro (SP) é o terceiro com 2, e em Matão (SP) o número é 1,6.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os índices de 1 até 3,9 são considerados como situação de alerta e os superiores a 4 são tidos como risco de surto.

Risco


O coordenador de controle de vetores Rodrigo Naca, disse que agentes de saúde estão realizando vistorias em busca de possíveis criadouros e pontos de focos das larvas.

“Pode significar uma epidemia, pois o número é muito alto. Estamos preocupados e faremos um trabalho especifico nessas áreas, casa a casa, e também mutirões todos os meses”, disse.

Uma estratégia de controle foi criada e é dividida entre vários setores. Foram separados nove grupos de apoio na área urbana e outros na zona rural do município. Segundo o coordenador, o objetivo é que as equipes visitem as casas quatro vezes ao ano.

“Orientamos os moradores que já forem reincidentes e fazemos uma notificação. Retornamos durante o mês até termos melhores resultados. Caso ele não faça sua parte, pode ser multado” contou Naca. O valor das multas pode ultrapassar R$ 700.

Outros casos


Santa Rita tem um caso de dengue registrado neste ano. Em 2017, foram nove casos de dengue e sete casos de Chikungunya.

A dona de casa Maurisa Aparecida Goulart teve dengue anos atrás. “Foi horrível, os sintomas são péssimos e

fiquei bastante debilitada. Só quem teve sabe que é um problema muito grave”, relatou.

A principal medida de prevenção é a eliminação dos criadouros, que são embalagens que podem acumular água.

“O risco é grande, então nós temos que tomar conta do que a gente tem, limpando e fazendo todo o possível para não pegar doença”, disse a aposentada Maria Aparecida Otaviano.

Fonte: EPTV