Pensando bem... "Se Deus existe então ele é um sádico..."



A humanidade encontra-se em colapso.
Achávamos que após as duas grandes guerras mundiais, aprenderíamos a respeitar os direitos dos outros, lidar com as diferenças, proteger as minorias, agir dentro de nossos limites e finalmente viver em harmonia. Imaginávamos que ao fim da chamada “guerra fria” os ânimos se acalmariam e ingressaríamos num tempo de compreensão e paz duradoura. Ledo engano. Os historiadores afirmam que não há um dia sequer de paz no mundo há centenas de anos. Até quando?

Há três formas de entendermos as catástrofes, desastres e guerras cruéis:

• Deus não existe;
• Deus existe, mas é um sádico;
• Deus existe, mas o ser humano rebelou-se contra Deus e é o agente causador e responsável de toda desgraça que há no mundo.

Filosofando
Parece mais fácil negar a existência de Deus, acreditar que somos subproduto do acaso, resultado de uma explosão cósmica que, de forma ainda desconhecida, originou organismos complexos e sistemas harmônicos.

Culpar o Criador pela desgraça humana, de certo ponto de vista, parece um escape moral para com nossas responsabilidades, nos esquecendo que somos dotados de senso de certo e errado (consciência) pressupondo que podemos fazer o que quisermos, como quisermos, quando e com quem quisermos, sem ter que prestar contas de nossos atos a ninguém. O Universo seria então um sistema anárquico e... salve-se quem puder.

Criacionismo científico.
Cientistas sérios acreditam na existência de um Ser originador do universo sem se ocupar em dar-lhe nome e fazer referência a um sistema de culto ou veneração. Isso é conhecido como criacionismo científico. O Universo é um sistema complexo e harmônico e, como tal, não é produto do acaso, pois o acaso não gera harmonia, mas desordem e caos. A lista de cientistas criacionistas renomados no mundo não para de crescer e estão atuantes nas áreas da biologia, química, astronomia, antropologia, geologia, entre outras.

Quem é o culpado?
Particularmente, creio em Deus tal qual a Bíblia o de ne. Somente um Deus Eterno, Infinito, Onipotente e Onisciente se encaixa na condição de Criador de um universo tão vasto e complexo. O mal que há no mundo só pode ter uma explicação: seu administrador, o ser humano, fracassou terrivelmente em abandonar a relação de amor e dependência deste Deus perfeito que tudo fez com beleza e perfeição. O planeta Terra, originalmente criado para ser um jardim perfeito e cultivado pelo homem/mulher em parceria com o Criador, tornou-se caótico devido a desobediência e rebelião. Daí em diante mentiras, vaidade, prepotência, ódio, vingança, assassinatos, guerras, moléstias, pestes, epidemias e todo tipo de infecções, doenças, debilidades congênitas, hereditárias, contraídas e por m, a morte.

Pensando bem, de acordo com o cristianismo Bíblico, o Deus Criador não abandonou sua Criação e pode ser apreciado e sentido na natureza por Ele criada, na bondade e generosidade solidária de muitas pessoas, nos milagres inexplicáveis de livramentos de acidentes, por meio das revelações especiais contidas na Bíblia e nalmente, por meio de Jesus Cristo, por Ele enviado, Deus encarnado, revelação máxima de um Deus relacional.

Razão para viver.
Pensando bem, há também o testemunho pessoal de milhões de pessoas que atestam haver encontrado razão para viver por meio de um encontro pessoal com Jesus Cristo, recebendo dele perdão dos pecados e a segurança da vida Eterna. Pessoas comuns, ainda imperfeitas, mas cuja fé serve de âncora no mar revolto da vida. Seus testemunhos a rmam que após uma terrível tempestade de problemas e decepções, um arco-íris de esperança raiou no céu de seus corações feridos, lhes possibilitando um novo começo, uma nova vida.

“Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho, seu único Filho, pela seguinte razão: para que ninguém precise ser condenado; para que todos, crendo nele, possam ter vida plena e eterna” (João 3:16 – Bíblia “A Mensagem”, paráfrase de Eugene Pettersen).

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