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Alckmin assina projeto para criação da Região Metropolitana de Ribeirão; Santa Rita fará parte.


O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou na segunda-feira (6), na capital paulista, um Projeto de Lei Complementar que cria a Região Metropolitana de Ribeirão Preto (RMRP). O texto, que propõe o sexto conglomerado no Estado, será encaminhado para discussão e votação na Assembleia Legislativa (Alesp).

O documento engloba 34 municípios, entre eles Sertãozinho (SP) e Jaboticabal (SP), em um território de 14,8 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 6% do Estado, com 1,6 milhão de habitantes e Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 48,38 bilhões. Franca (SP) e Barretos (SP), no entanto, não integram a lista.

A aprovação gera expectativa de otimização de investimentos e de projetos pelo desenvolvimento integrado das cidades. Com a iniciativa, a região passará a ter um conselho metropolitano e um fundo próprio, com dinheiro do Estado e dos municípios.

“Um exemplo prático do benefício é acabar o DDD. Entre as 34 cidades você não vai pagar mais ligação telefônica interurbana. Outro projeto metropolitano é a segurança pública, em que você faz um projeto de vídeo monitoramento: câmeras em todas as cidades, entradas e saídas, áreas estratégicas, com uma central de controle. Não é pomada mágica, não cria dinheiro, mas melhora o planejamento”, afirmou Alckmin em visita a Ribeirão.

A proposta sobre a Região Metropolitana de Ribeirão Preto engloba 34 municípios: Altinópolis, Barrinha, Batatais, Brodowski, Cajuru, Cássia dos Coqueiros, Cravinhos, Dumont, Guariba, Guatapará, Jaboticabal, Jardinópolis, Luis Antônio, Mococa, Monte Alto, Morro Agudo, Nuporanga, Orlândia, Pitangueiras, Pontal, Pradópolis, Ribeirão Preto, Sales Oliveira, Santa Cruz da Esperança, Santa Rita do Passa Quatro, Santa Rosa do Viterbo, Santo Antônio da Alegria, São Simão, Serra Azul, Serrana, Sertãozinho, Taiuva, Tambaú e Taquaral.

Depois de assinado pelo governador, o projeto tramitará em comissões da Alesp antes de ser levado a plenário. Se aprovado, o texto retorna ao Palácio dos Bandeirantes para ser sancionado por Alckmin.