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Notícias da Estrela



FUTEBOL – Está se tornando a grande atração dos fins de semana Estrelenses, fazia tempo que o Estádio Júlio Gonçalves de Campos, não portava tantos torcedores eufóricos como ocorre ultimamente. Já podemos até considerar mais uma atração turística do Distrito. Parabenizo o Serginho, o Tonho da Geralda e o Márcio pelo empenho e o sucesso que estão alcançando através do esporte no nosso município. Um evento sadio e de fraternidade.

FUTEBOL NOTA 10 – Este é a coqueluche das manhãs de sábados, abertos a todos, sem limites de idades, sexo, religião. Uma porta aberta para todos. Sábados a partir das 9 horas no Estádio Júlio Gonçalves de Campos. Para participar basta vir.

LIMPEZA DAS RUAS – Este nal de semana uma limpeza nas ruas ao menos ao lado da Praça foi feita, sabemos da falta de mão de obra, mas algo tem que ser feito, se não para sanar, ao menos amenizar a situação. Fica a sugestão do mutirão como ocorria no início do ano passado.

ACADEMIA AO AR LIVRE – Continuo a reivindicar, pois merecemos esta implantação aqui, temos espaço e necessitamos, primeiro por questão de saúde, de prática de um esporte e segundo por segurança dos que fazem suas caminhadas ao longo das estradas, por falta de um local apropriado.

TERCEIRA IDADE – Mais uma luta em prol da nossa comunidade, todas as vezes que saio e entro em contato com as outras entidades das cidades vizinhas volto frustrado, ao ver que a Terceira Idade aqui é seletiva, apenas feminina. Algo precisa ser feito, cadê o pessoal do serviço social? Que está faltando para se fazer isto adequadamente?

PLACAS DE SINALIZAÇÃO - Foi uma briga no início a gente conseguir, tirar o transporte de caminhões de cana de dentro do Distrito. A ação constantemente era dani cada, mas conseguimos com muita briga eliminar temporariamente este transtorno. Mas infelizmente estamos voltando a ter o mesmo problema. Fios já estão sendo arrebentados, ruas sujas com bagaços de cana etc... Fica a aqui a sugestão da colocação de placas, proibindo o trânsito destes veículos dentro da zona urbana do Distrito.

A MATRIZ POR UM TRIZ... – Até rimou. Tristemente rimou... E olha que ela está pedindo ajuda... O próprio templo está implorando ajuda.

- Para aqueles que lá adentram de cabeça baixa: - Basta olhar o piso com rachaduras.

- Para aqueles que olham pra frente: - Basta ver em sua frente as paredes trincadas.

- Para aqueles que olham para cima:- Basta ver a torre implorando para não cair...

Se não tem amor a religião, ao menos ao valor histórico do templo, pois ali que iniciou o nosso Distrito. Ali que a maioria de nossos pais foram batizados.

Se não tiveram a curiosidade de ver saibam que consegui colocar a igreja no lme do Zequinha de Abreu, SÓ PELO AMOR VALE A VIDA... Ao menos assim eu luto para perpetuar mesmo em imagens este marco.

TRISTE... MUITO TRISTE... apelo aos católicos de Santa Rita, venham aqui ver o templo. Venham nos ajudar acordar o pessoal daqui. Logo teremos o aniversário do Distrito façam-nos uma visita, não só pra ver o des le, mas para verem e socorrerem a nossa MATRIZ...

Estou pensando na próxima missa em levar um despertador, será que consigo acordar o PADRE E OS FIÉIS???

REFLEXÃO: - Vai ai a minha homenagem ao dia das mães. Podem achar uma poesia grande, mas bem maior são as MÃES...

FILHOS DE PANO

Tudo era belo e sonhador.
Aquela jovem e bonita donzela, 
Havia encontrado o amor.
O príncipe que agora era dela. 

Entre sonhos e promessas,
A vida foi assim passando. 
Talvez um pouco de pressa. 
Com os filhos logo chegando.

O destino parecia querer, 
Cumprir logo sua missão. 
Sentia-se um ar de sofrer, 
Naquela invejada união.

Marido e mulher sempre se amando. 
Parecia que nada estava faltando. 
Estavam sempre com olhos brilhando, 
Corações de amor transbordando.

Mas um dia para tristeza, 
O elo da corrente quebrou. 
O marido foi pra empresa, 
E nunca mais ele voltou.

A vida tem destas coisas. 
Passagens sem explicações. 
Coisas que não se entende. 
Mas que machuca corações.

E a flor ficou com os espinhos. 
Luta dura para crias os filhinhos. 
Amigos??? Onde??? Quem??? 
Nesta hora não se tem ninguém.

Lutou, não deixou esmorecer. 
Tinha os lhinhos para criar.
Fez de tudo na vida pra vencer. 
Não havia nem tempo pra chorar.

O tempo foi branqueando 
Os cabelos da bela senhora, 
E aos poucos a vitalidade 
Foi partindo, indo embora.

E a dura maneira de viver.
E a constante batalha do lar. 
Trouxe-lhe sem piedades, 
Rugas para no rosto morar.

E os lhos foram crescendo.
Até carem totalmente criados, 
Caminhando assim sozinhos.
Não precisando de seus cuidados.

E aquela tão dedicada mãe.
Foi então perdendo o encanto. 
E o seu maravilhoso sorriso
Foi se transformando em pranto.

A tristeza do impiedoso abandono, 
Mais uma vez com ela veio morar. 
Agora eram os lhos indo embora,
Infelizmente já havia tempo pra chorar.

Era um abandono bem mais doído. 
Agora era dor de filho, não marido. 
Como não se bastasse tudo aquilo. 
Foi cruelmente jogada em um asilo.

Com uma boneca de panos nos braços, 
Balança o corpo sentada em um degrau. 
Deu-lhe o nome de todos os lhos teus. 
Não permite que lhe façam nenhum mal.

O tempo mentalmente deixou de passar. 
Só mesmo nas curvas do corpo ainda está, 
Tornando tudo bem mais lento e devagar. 
Consumindo o pouco de vida que lhe resta.

Mãe coberta de sentimentos, 
Filhos ingratos feitos de pano. 
Esqueceram os tristes momentos, 
Que por eles esteve lutando.

Agora no desenrolar da sua memória. 
Escreve ela com a boneca nova história. 
De uma mãe feliz muito menos sofrida 
Que tem na boneca um filho pra toda vida.

JOSÉ AUGUSTO SILVÉRIO - (ZITO)