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Tribuna Livre: Tico-Tico no Fubá, 100 anos


Neste ano, comemoramos um século que Zequinha de Abreu - o imortal santarritense - a compôs, em 1917.

Zequinha era o primeiro dos oito filhos do boticário José Alacrino Ramiro de Abreu e de Justina Gomes Leitão. A mãe queria que ele fosse padre e o pai, que se formasse médico. Mas aos seis anos, ele já mostrava seu talento.

Durante o curso primário organizou uma banda na escola, da qual era o regente, e com 10 anos tocava requinta, auta e clarineta e ensaiava suas primeiras composições.

A música brasileira mais conhecida e tocada no mundo, Tico Tico no Fubá, é um choro que foi imortalizado por Carmen Miranda. Primeiramente, foi denominada como Tico Tico no Farelo e, em 1931, recebeu o nome atual.

Gravada por Ray Conniff, nos anos 1940, fez parte de seis lmes em Holywood, inclusive obras estreladas por Esther Williams.

Zizi Possi, Ney Matogrosso, Daniela Mercury, Paco de Lucia, Waldir Azevedo, Armandinho, Pixinguinha, João Bosco, Pepeu Gomes, Orquestra Filarmônica de Berlim, London Studio Orchestra e mais uma centena de artistas gravaram este ícone da música brasileira. Foi traduzida até em Esperanto!

Em Inglês, executada por Ethel Smith, em 1944, a canção conquistou o 14o lugar na parada pop americana e vendeu mais de um milhão de cópias.

A Orquestra de Heliópolis, sob a regência de Roberto Tibiriçá, apresentou Tico Tico no Fubá em 2010, no Festival Beethovenfest, em Bonn – Alemanha, e o público, segundo o jornal Estadão (6 de outubro de 2010), não resistiu e levantou das poltronas.

Zequinha de Abreu nos presenteou com esta obra prima e, cem anos depois, temos a oportunidade de divulgar ao mundo que Tico-Tico no Fubá nasceu nas terras do Majestoso Jequitibá!

ZEQUINHA, NOSSO ETERNO OBRIGADO!!!