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Pare o mundo que eu quero descer. Como viver em paz num mundo em constante convulsão?


Silvio Brito na década de 70 cantava essa canção que se tornou hit rapidamente. Cada frase começava com “– pare o mundo que eu quero descer”, seguido de um dos motivos pelos quais o cantor queria “cair fora”. Hoje a letra de Silvio Brito é considerada uma “profecia”. Já está havendo uma seleção de pessoas para irem à Marte numa viagem sem volta. O mundo ainda não parou, mas muitos estão querendo descer. Por quê?

As duas grandes guerras mundiais deixaram sequelas terríveis na população mundial. Quando se pensava em um “admirável mundo novo” com o ser humano evoluído, social e politicamente, ressurge o racismo; surge o tráfico internacional de drogas e armas; os atentados terroristas; as pestes e moléstias como ebola, dengue, zica e chikungunya. As grandes cidades e suas cracolândias, suas zonas de prostituição, pedofilia, trabalho escravo, tráfico de pessoas, etc.

Além disso: como criar filhos na era das redes sociais, da ideologia de gênero e da pornografia? Como ensinar os filhos a conviver com os atuais escândalos na política, os problemas na saúde e educação e encarar o mundo com esperança? A verdade existe de modo objetivo ou cada um tem a sua? Existe um “norte” nesta confusão em que nos encontramos? É possível conhecer, entrar e permanecer num “caminho certo”?

Em meio a tanto conflito e desilusão, alguns afirmam: “Deus não existe”. Isso aumenta ou diminui a pressão? É um consolo ou um empurrão para um mar de desespero?

Karl Marx dizia: “A religião é o ópio do povo”.
Richard Dawkins diz: “Deus é um delírio”.
Luana Piovani, modelo e atriz, diz: “a Bíblia deveria ter apenas uma folha: ‘tente não ser babaca’ e se você seguir isso todos os dias, será uma pessoa melhor”.

Creio em Deus, não apenas porque minha avó e minha mãe criam nEle. Aos 18 anos eu não via razão na vida. Acreditava em discos voadores porque não acreditava na humanidade. Bebia para me “sentir melhor” e procurava fazer piadas para manter pessoas por perto. Até que ganhei uma Bíblia. Tentei ler, mas não consegui. Não entendia nada. Mas certo dia, após ter sido católico, crente, esotérico e amante da astrologia, pensei: se Deus existe, devo encontrá-lo na Bíblia. E foi o que aconteceu.

O livro de Salmos, Provérbios e Eclesiastes me aponta- ram Deus. Um Deus auto existente, justo e todo poderoso. Os Evangelhos me revelaram que esse Deus desceu à nossa mísera condição de mortais, tornando-se um mortal como nós, a fim de nos abrir um caminho por meio de si mesmo e não de uma religião qualquer. Os Atos dos Apóstolos e as cartas apostólicas me disseram que havia na terra uma comunidade de éis que estariam prontos a me acolherem, caso eu viesse a crer.

Não sei qual é sua opinião sobre o assunto, mas de uma coisa esteja certo: Deus tem a última palavra sobre o destino da humanidade, e esta palavra está revelada na Bíblia. Eu te desa o a ler, e sugiro a sequência que indiquei acima.

O mundo não vai parar para eu e você descermos, mas podemos viver em paz se este mundo for visto com outros olhos, talvez como um “campo missionário” onde poderemos desempenhar um papel fundamental na busca de uma vida melhor para nossos semelhantes, nesta vida e na vindoura. Se conhecermos e vivermos os propósitos de Deus para nós.

E aí? Tá dentro? sergiomarcosmevec@gmail.com