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Polícia Civil já tem suspeitos da morte do vereador Gilson Strozzi


O vereador reeleito à Câmara de Porto Ferreira, Gilson Alberto Strozzi (DEM) foi baleado na noite de sábado (03). De acordo com informações, Gilson 61 anos, estava no bairro onde mora, quando foi baleado ao menos três vezes.

Gilson concorreu às eleições de 2016 pelo Partido Democratas e conquistou 919 votos do eleitorado.

O crime
Os Policiais Militares do Rádio Patrulhamento de Porto Ferreira foram acionados, no sábado às 23:50h, pelo Centro de Operações da Polícia Militar para atendimento do ocorrência, cuja informação era de que havia indivíduos efetuando disparos de arma de fogo. Rapidamente os Polícias deslocaram-se até a rua José Euripides de Sousa, Jd. Independência, onde constataram que a vítima Gilson Alberto Strozzi, 61 anos, havia sido atingida por disparos de arma de fogo no interior de sua casa.

Imediatamente foi acionada a equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros, que realizou os primeiros atendimentos, encaminhando a vítima até o Pronto Socorro, onde infelizmente não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito.

Foi dada ciência do fato ao Delegado da Polícia Civil Dr. Miguel Carlos Capobianco Junior, solicitando a Polícia Técnico Cientíca da cidade de São Carlos que realizou o trabalho de perícia no local. Foi elaborado também o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar e da Polícia Civil para demais providências de Investigação.

Segundo relatos de testemunhas em Boletim de Ocorrência da PM, elas estavam na varanda dos fundos, momento em que a vítima saiu de dentro da casa com um rapaz armado apontando a arma para a suas costas, e mandando todo mundo se abaixar. De repente Gilson empurrou por duas vezes o indivíduo que efetuou três disparos em sua direção, e este caiu no chão atingido pelos disparos.

A Polícia Civil de Porto Ferreira (SP) anunciou na terça-feira que já identificou os suspeitos do assassinato do vereador Gilson. A principal linha de investigação é de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O delegado responsável pelo caso, Dr. Miguel Carlos Capobianco Júnior, ainda não descartou a hipótese de crime político. Até o momento ninguém havida sido preso.

Fonte: Jornalista Toni Oliveira