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Pensando Bem: Em busca do Jesus histórico



Há evidências con áveis de que o Jesus que os Evangelhos relatam, realmente existiu, ou os apóstolos teriam inventado histórias para criarem uma nova religião?

Ao contrário do que muitos pensam, a fé cristã fundamenta-se em fatos que podem ser historiados e confirmados. A Bíblia não é a única fonte acerca de Jesus Cristo, seus apóstolos, sua morte de cruz e sua ressurreição.

Historiadores romanos como Tácito e Seutônio, sabiam que Jesus tinha sido crucificado e quando isso aconteceu. O político romano Plinio fez um levantamento das práticas e origens do cristianismo. Foi governador de uma província chamada Bitínia e descreve como o cristianismo não tinha ainda 100 anos e já havia tirado muitas pessoas dos templos romanos da sua região. Investigou o movimento sentindo-se na obrigação de reprimi-lo.

Se os apóstolos inventaram essas histórias, como se dispuseram a morrer por histórias mentirosas inventadas por eles mesmos? Alguém pode até ser mártir por estar enganado acerca de certas crenças e fatos. Mas morrer por histórias inventadas por si mesmo, não me parece lógico ou plausível.

Alguns podem objetar dizendo que os Evangelhos foram escritos bem depois da morte de Jesus. A nalização dos Evangelhos realmente se deu cerca de 40 anos depois, mas as pessoas na Palestina, não eram analfabetas. Escreviam bilhetes, notas promissórias, recados e um infindável número de anotações de âmbito familiar ou comercial. Para que o cristianismo expandisse tão rapidamente como aconteceu, havia necessidade de algo escrito e acreditamos que os apóstolos fizeram várias anotações que depois, com consenso entre eles, sob a inspiração do Espírito Santo, culminou na forma final que temos hoje.

Um outro argumento foi a forma como o cristianismo se consolidou como religião. A única diferença entre o cristianismo nascente e o judaísmo da época era a ressurreição de Cristo. Bastava a ressurreição de Jesus cair em descrédito e todos os judeus convertidos retornariam ao Judaísmo. O que não aconteceu. A mensagem central que permeia os Evangelhos, Atos dos Apóstolos e as cartas de Paulo é, sem dúvida, a ressurreição.

A probabilidade de os relatos sobre Jesus terem sido inventados tomou outro golpe quando o neuro psiquiatra, e escritor, Augusto Cury, fazendo uma acurada investigação para desmascarar a “fraude dos Evangelhos” constatou, pela ciência, que a personalidade de Cristo estampada nos evangelhos, não poderia ter sido criada pela imaginação humana, devido a sua alta complexidade.

Pensando bem, para muitos, a existência de um Jesus Histórico, tal qual é narrado nos Evangelhos, constitui-se mensagem de esperança em meio ao caos político e social que vivemos. Suas palavras confortam, apontam na direção de Deus, o Criador, e promovem o ser humano proporcionando perdão de pecados e a certeza da vida eterna.

Para outros, as palavras de Jesus são exageradas, arcaicas e totalmente inúteis para os dias atuais. A estes, tanto faz Jesus ter existido ou não. Para tais, os Evangelhos são fraudulentos, inaceitáveis, frutos da imaginação ou alucinação religiosa. Em muitos casos, tais críticos partem de informações de segunda mão, pois nunca tiveram o cuidado de ler Mateus, Marcos Lucas e João.

Pensando bem, se Jesus é uma invenção, quem crê nele não tem nada a perder, pois seus ensinos conduzem à valorização da vida e da piedade, tão necessárias hoje em dia. Mas se ele existiu de fato (como o autor deste artigo crê), os que não creem nele, tem muito à perder, pois são dele as seguintes palavras: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14:6).

Fui esotérico (essa expressão não era usada na época), amante de astrologia, ufologia e bastante supersticioso. Ganhei uma Bíblia, mas não conseguia lê-la. Não a “entendia”. Hoje, pensando melhor, eu não queria entender a Bíblia, pois ela confrontava minha maneira errada de viver. Foi após algumas frustrações que iniciei uma leitura humilde do texto sagrado e assim pude perceber que ela não havia sido escrita para me condenar, mas para me salvar. Primeiramente de mim mesmo, como também dos males que há no mundo. Valeu a pena. Hoje entendo o que dizem os Evangelhos:

João 3: 16 à 21: 16 "Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. 17 Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. 18 Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. 19 Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más. 20 Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas. 21 Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus".

Desejo à você e sua família, um FELIZ NATAL. Não exatamente regado à bebidas caras e comidas apetitosas. Isso é secundário. Refiro-me a um Natal de Luz, de conhecimento de Deus, das razões que levaram o Verbo Divino a encarnar e habitar entre nós. O estilo de vida adotado por Jesus durante seus 33 anos em corpo humano. As razões pelas quais decidiu morrer sacrificialmente por pecadores indignos como nós e principalmente, sua espetacular ressurreição.

Creia nele. Seja seu seguidor. Tenha fé. Seja um vencedor. sergiomarcosmevec@gmail.com